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O passaporte:utopia quer registar esboços da memória em diversos formatos. É uma plataforma que se irá descobrindo aos poucos, mas que apresentará sobretudo histórias sobre viagens aos mundos que nos rodeiam, sem que elas sejam necessariamente físicas ou longínquas. Serão histórias em volta da vida, mais ou menos, quotidiana. Da nossa e da de quem olhamos.

O passaporte:utopia é escrito a partir do Porto, depois de consultar muitos mapas, percorrer muitas milhas e sentir que faz parte de muitas metamorfoses. E é escrito com a vontade de sonhar alto, com vontade de querer fazer parte de uma sociedade melhor, que gere discussão e imaginação, uma sociedade que ouça e leia palavras de inspiração e siga percorrendo milhas, com mais ou menos resistência, mas sempre com vontade de tocar a ilusão.

O passaporte:utopia será construído sempre com curiosidade, questões e dúvidas, reflectindo assim, a essência de quem o escreve. Será a metamorfose de quem ouve, pergunta, lê, vê, cai e levanta, tenta não ser indiferente e pede que o sigam na sua constante transformação. Assim é também a sociedade.

“Há esperanças que é loucura ter. Pois eu digo-te que se não fossem essas já eu teria desistido da vida.”, José Saramago in Ensaio sobre a Cegueira. E nós temos passaporte para todas elas.

 

 

 

 

 

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